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09/11/2021 - 14:30

 

“Gosto muito de todas as terapias e me sinto muito melhor”. Assim avalia Ana Maria dos Santos, de 73 anos, sobre o atendimento recebido por meio do Programa de Assistência Domiciliar, o AssistLar, um dos serviços oferecidos aos segurados do plano do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará (Iasep).

Atualmente com 621 cadastrados, o AssistLar garante assistência à saúde em domicílio aos segurados que não têm condições clínicas e funcionais de ser atendidos a nível ambulatorial. É o caso, por exemplo, de pacientes acamados, em alguns tipos de pós-operatório ou que apresentam sequelas que dificultam seu deslocamento. Além de facilitar o acesso aos atendimentos, o programa também reduz o processo de internação e reinternação e diminui as complicações clínicas.

No último ano, o AssistLar teve um aumento de 32% no número de segurados cadastrados: em novembro de 2020, eram 468 participantes. De acordo com a gerente do programa, Rebeca Gomes, isso se deve a dois fatores. “Primeiramente, à pandemia, porque agora temos vários segurados no programa com sequelas de covid-19. Outra questão importante é que, em 2020, passamos a ter duas empresas credenciadas para realizar os atendimentos, e antes tínhamos apenas uma. Então, aumentou a demanda, mas também ampliamos a oferta do serviço”, explica a servidora.

O programa conta com atendimentos em fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, orientação nutricional, psicoterapia e supervisão clínica, além de alimentação enteral, oxigenoterapia e transporte por ambulância. Cada segurado recebe o atendimento de acordo com sua necessidade específica, a partir da avaliação da equipe multiprofissional de regulação do Iasep e elaboração de um planejamento terapêutico particular (saiba mais). Por enquanto, são abrangidos os municípios de Belém, Ananindeua e Marituba.

Satisfação – Ana Maria é cadastrada no AssistLar desde novembro de 2019. Portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e arritmia cardíaca, ela precisa fazer oxigenoterapia de forma contínua. Além disso, pelo programa, ela tem atendimentos em fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e assistência de ambulância para o transporte.

De acordo com Renata Fonseca, sua filha e titular do plano, servidora do Ministério Público do Estado do Pará, todo esse suporte terapêutico tem garantido menor frequência de internações. “E, quando chegamos no hospital, os profissionais de lá comentam que ela é uma paciente menos agravada”, observa.

“Tanto eu como minha mãe nos sentimos muito satisfeitas com a assistência recebida: tanto com os profissionais da empresa credenciada, que são dedicados e atenciosos, como com toda a atenção dispensada pela equipe de servidores do AssistLar, sempre disposta a nos auxiliar nas nossas demandas. Sou muito grata por, com esse programa, proporcionar tratamento e qualidade de vida para o meu bem mais precioso, que é minha mãe”, enfatiza Renata.

A gerente Rebeca Gomes relata que há uma alta taxa de manifestações espontâneas de satisfação entre os segurados atendidos pelo AssistLar. “Temos tido bons índices, a partir de ações assertivas no processo assistencial que desenvolvemos. Com a pandemia, adotamos o cadastro por e-mail e telefone, algo que pensamos em implantar em definitivo. Queremos cada vez mais modernizar e padronizar o serviço e humanizar o atendimento”, finaliza.

 

Texto: Ádria Azevedo (Núcleo de Comunicação/Iasep)

Foto: Arquivo pessoal