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22/08/2019 - 15:15

 

Garantir assistência à saúde em domicílio àqueles que não têm condições clínicas e funcionais de ser atendidos a nível ambulatorial. Esse é o objetivo do Programa de Assistência Domiciliar do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará (Iasep), o AssistLar, oferecido aos segurados do plano que residem em Belém, Ananindeua e Marituba. O benefício é disponibilizado desde 2010.

Pacientes acamados, em pós-operatório ou que apresentam sequelas que dificultam sua saída de casa são os casos mais comuns de inscritos no programa. Atualmente, são 435 segurados cadastrados, sendo 354 de Belém, 75 de Ananindeua e 6 de Marituba. Os atendimentos ofertados pelo AssistLar são fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, orientação nutricional, psicoterapia, alimentação enteral, oxigenoterapia, fornecimento de material para curativos e ostomias e transporte por ambulância, todos realizados por empresas credenciadas.

A assistência domiciliar é prestada de acordo com a necessidade específica do paciente. Antes de inseri-lo no programa, a equipe técnica do Iasep avalia o caso e define as especialidades que a condição exige. Se ocorre a melhora do quadro, o segurado tem alta do programa e segue o tratamento ambulatorial. “Mas o nosso serviço é de caráter assistencial básico e não de média e alta complexidade, como o home care. Não é uma internação domiciliar”, alerta Rebeca Gomes, gerente do AssistLar.

Suporte - A segurada Domingas Paranhos, de 89 anos, tem demência vascular e recebe a assistência domiciliar há mais de um ano. O programa tem ajudado muito as necessidades da paciente e sua família. “Minha mãe recebe atendimento de fonoaudiologia, fisioterapia, ambulância quando é preciso e alguns materiais de Enfermagem que ajudam muito no quadro clínico dela”, conta Fátima Rodrigues, filha de Domingas. “Se eu fosse pagar profissionais particulares para vir em casa para cada especialidade que minha mãe precisa, seria muito mais difícil e caro”, diz.

Melhorias – O diretor de Assistência do Iasep, André Oliveira, adianta que o serviço vai passar por alguns aperfeiçoamentos. “Estamos estudando novas normas para o fluxo de atendimentos e a criação de um sistema informatizado para acompanhar os dados do programa. Uma melhor regulação do serviço permite não só a racionalização dos recursos como a garantia de uma melhor assistência”, pontua.

O gestor expressa satisfação com os resultados do primeiro semestre do AssistLar. “Fiquei muito feliz de ver que estamos tendo altas dos atendimentos domiciliares. Em 2018 não tivemos nenhuma alta e esse ano já tivemos 21. Isso significa que os pacientes estão melhorando e que nosso atendimento está tendo efetividade. E é isso que queremos: a saúde dos nossos segurados”, finaliza.

Para saber mais sobre o Programa de Assistência Domiciliar, acesse AQUI.

Texto: Ádria Azevedo e Thâmara Magalhães

Foto: Ádria Azevedo

(Núcleo de Comunicação/Iasep)